Flávio Bolsonaro PL · plano de 2026
1 de 19 temas com a ferramenta nomeada
Planos de governo 2026 · 2º turno · registrados no TSE
Os 19 temas dos planos registrados no TSE, lado a lado: em quantos o plano diz qual ferramenta vai usar. Não mede se a ideia é boa.
Resumo em 1 minuto
19 temas em cada plano · conta o que o plano escreve, não se a ideia é boa
1 de 19 temas com a ferramenta nomeada
11 de 19 temas com a ferramenta nomeada
Ressalva: programas já em execução contam como caminho, o que favorece quem governa. A contagem mede se o plano diz como fazer, não se a proposta é boa nem se vai acontecer.
Fonte: planos de governo registrados no TSE (Flávio Bolsonaro, 76 págs.; Lula, 84 págs.), página citada em cada trecho · 19 temas por plano · atualizado em 16/10/2026 · Como classificamos ›
boraprosdadosbrasil.netlify.app/propostas/
Três rótulos para dizer se o plano explica como fazer. Saber o caminho ajuda a cobrar depois.
ferramenta nomeadaparcialsó intenção
“Parcial” reúne os cartões em que parte das medidas tem ferramenta nomeada (leis, programas, parcerias, PPPs, fundos) e parte fica em “vamos”. Nos dois planos há continuidade: um segue leis e programas aprovados no próprio mandato; o outro retoma programas anteriores (Casa Verde e Amarela, Programa Nacional de Desestatização).
As propostas que mexem direto no seu bolso.
Ferramenta nomeada: Flávio 0 × Lula 2 de 5 clara
O plano diz como vai fazer? 5 temas em cada plano
O que cada plano promete, tema a tema (toque para ler o trecho e a página):
Corrigir a reforma tributária e reduzir o IVA (diz que hoje ficaria num dos maiores do mundo, ~30%); “menos imposto no que você consome”; cortar imposto de energia e combustíveis; comida mais barata via logística.
só intenção “revisar e redimensionar a reforma”, reduzir o IVA, cortar imposto de energia e combustíveis e baratear comida via logística, sem instrumento nomeado e sem quanto ().
Cesta básica isenta e cashback de imposto para os mais pobres; isenção de IR até R$ 5 mil, registrada como feita no mandato, sem promessa explícita de manutenção; Imposto Seletivo sobre produtos nocivos; Gás do Povo (recarga gratuita do botijão). Direção declarada: “colocar o pobre no orçamento e o rico no Imposto de Renda”.
ferramenta nomeada cesta e cashback: implementação da reforma já aprovada (pág. 11); IR até R$ 5 mil: registrado como feito (pág. 19); Imposto Seletivo: regulamentação em curso (pág. 59); Gás do Povo: programa em execução (pág. 66) ().
Baratear o custo de contratar (sem tirar direitos); contratos mais baratos para jovens (18–24) e 50+ desempregados; jornada “negociado sobre o legislado”; banco nacional de vagas.
só intenção não diz o instrumento ().
Continuar a política de valorização do salário mínimo; fim da escala 6x1, jornada de 40h sem reduzir salário; proteção aos trabalhadores de plataformas digitais e do transporte por aplicativos.
parcial no 6x1: o texto já foi aprovado na Câmara e o plano promete atuação no Senado (pág. 75); o mínimo segue a política de valorização (pág. 74); a proteção a plataformas fica em “consolidar um sistema… que normatize”, sem instrumento nomeado ().
Para quem trabalha: reduzir o custo da contratação “sem retirar direitos” (hoje o trabalhador formal custa quase 2x o salário) para ampliar a carteira assinada; contratos mais baratos para jovens 18–24 (primeiro emprego) e 50+; “negociado sobre o legislado”; banco nacional de vagas conectado ao RH das empresas; trilha de qualificação; volta sem fila ao benefício após o seguro-desemprego, “para que ninguém tenha medo de tentar um emprego”; prioridade a beneficiários de programas em primeiro emprego, qualificação e intermediação ().
só intenção tudo anunciado sem instrumento (“vamos reduzir gradualmente”, “vamos modernizar”).
Além de mínimo e 6x1: reconstruir o Sistema Público de Emprego e expandir a Plataforma Nacional de Empregabilidade com IA na rede SINE (vagas + cursos + certificações); qualificação contínua e requalificação de categorias afetadas por tecnologia; combater fraudes em terceirizações e a precarização; fortalecer negociação coletiva e atualizar o sistema sindical; ampliar acesso à Previdência; apoio a autônomos, crédito produtivo, Contrata+ Brasil (compras públicas) e linhas para motoristas de app comprarem o veículo ().
parcial SINE/Plataforma Nacional de Empregabilidade e crédito produtivo/Contrata+ Brasil em expansão, programas existentes (pág. 74, 76); mudanças na legislação trabalhista/sindical e a regulação do trabalho por plataforma ficam em “vamos” ().
Manter os programas sociais, “Quem depende hoje da ajuda do Estado para pôr comida na mesa não vai ter essa ajuda tirada. Ponto.”, com combate a fraudes; prioridade de emprego a beneficiários; volta rápida ao benefício depois do seguro-desemprego.
parcial “manter os programas sociais existentes” conta como caminho, programa existente mantido (pág. 42); “aperfeiçoamento da gestão, combate às fraudes”, prioridade de emprego e retorno sem fila ao benefício ficam em “vamos” ().
Manter e ampliar o Bolsa Família e a rede do SUAS (Sistema Único de Assistência Social, os CRAS e serviços sociais); Política Nacional de Cuidados (cozinhas solidárias, restaurantes populares); titulação de territórios quilombolas e demarcação de terras indígenas.
parcial Bolsa Família e SUAS: continuidade e ampliação de programas existentes (pág. 19, 25); titulação e demarcação: continuidade de processos, 65 titulações, 21 portarias declaratórias e decretos de desapropriação no mandato (pág. 20); a Política Nacional de Cuidados fica em “serão fortalecidas / fomentaremos” ().
Retomar o Casa Verde e Amarela (meta de 2,5 milhões); recuperar áreas dominadas por facções; dar escritura (de preferência no nome da mulher).
parcial retomada de programa existente: Casa Verde e Amarela com meta de 2,5 milhões e PPPs que integram moradia e infraestrutura (pág. 47); escritura via regularização fundiária (pág. 47); “retomar as áreas sob domínio de facções” fica em “vamos” ().
Seguir o Minha Casa Minha Vida (meta corrente: 3 milhões de moradias) e o Periferia Viva.
ferramenta nomeada orçamento federal, crédito imobiliário e novas seleções ().
Segurança é o tema nº 1 dos dois planos.
Ferramenta nomeada: Flávio 0 × Lula 2 de 3 apertada
O plano diz como vai fazer? 3 temas em cada plano
O que mudaria: Contando parciais: empate, 3 × 3.
O que cada plano promete, tema a tema (toque para ler o trecho e a página):
Tratar PCC, CV e milícias como “organizações narcoterroristas”; tropa de elite nas fronteiras; 5 presídios de segurança máxima modelo El Salvador (o complexo “TREVA”) + meio milhão de vagas em 4 anos; maioridade penal de 18→16 (e punir 14+ em crimes graves); castração química para estupradores; tolerância zero ao feminicídio; +1 milhão de câmeras de reconhecimento facial (“Muralha Brasileira”). O texto diz que “bandido armado com fuzil na mão vai ser abatido”.
parcial parte tem arranjo nomeado: segurança máxima “em parceria com os governos estaduais” (pág. 14) e “consórcios e convênios” com estados e municípios (pág. 13); no restante, narcoterrorismo, tropas de fronteira, TREVA, Muralha, maioridade penal e castração química (“apoiar e sancionar”), só “vamos” ().
Criar o Ministério da Segurança Pública; manter a Lei Antifacção (2026) e o programa de R$ 10 bi contra o crime organizado; ampliar câmeras corporais com padrão nacional.
ferramenta nomeada A PEC da Segurança Pública já foi enviada ao Congresso, o ministério só vem “uma vez aprovada a PEC” ().
Declarar PCC, CV e milícias “organizações narcoterroristas”; “seguir o dinheiro” (bloqueio de ativos e lavagem); Sistema Nacional de Fronteira, “paredão” com tropa de elite das Forças Armadas (hoje: 1 policial a cada 100 km de fronteira), com interceptação de fuzis e drogas por terra, portos e espaço aéreo; TREVA: 5 presídios de segurança máxima + 500 mil vagas para cortar o comando das facções de dentro; “acabar com a cocaína made in Brazil”; consórcios e convênios com estados e municípios (inteligência, armamentos, retomada de territórios, valorização do policial) ().
parcial presídios, vagas e ações com arranjo nomeado: “em parceria com os governos estaduais” (pág. 14) e “consórcios e convênios” com estados e municípios (pág. 13); o restante (narcoterrorismo, “paredão” nas fronteiras, TREVA) só declara a intenção ().
Lei Antifacção (sancionada em 2026) + “asfixia financeira”: R$ 35,8 bilhões de prejuízo ao crime organizado desde 2023; Programa Brasil Contra o Crime Organizado (maio/2026, R$ 10 bi); medidas, junto aos demais poderes, para barrar candidaturas ligadas ao crime e acelerar punições; tráfico de armas, munições e explosivos; qualificação da investigação de homicídios; FICCOs (forças integradas de combate ao crime organizado) como política de Estado; Forças Armadas nas fronteiras amazônicas; retomada de territórios com presença do Estado ().
ferramenta nomeada em execução (leis sancionadas, programas rodando); PEC da Segurança no Congresso.
Medidas sobre o tema: (1) proibir o uso de recursos dos programas sociais em apostas (“dinheiro destinado a pôr comida na mesa não pode escoar para a casa de apostas”) + campanhas de conscientização sobre dívida com jogos; (2) ampliar a orientação financeira pela rede da CAIXA contra o impacto das bets na renda familiar; (3) na segurança, “seguir o dinheiro do crime”: bloquear ativos e desarticular a lavagem das facções, única menção do plano à lavagem ().
parcial “proibir o uso dos recursos dos programas sociais para apostas” e campanhas ficam em “vamos”, sem instrumento (pág. 33); orientação financeira “pela rede da CAIXA”: parceiro citado sem instrumento legal (pág. 33); “seguir o dinheiro do crime” na segurança (pág. 13) ().
Trata apostas como proteção, em 2 pontos: (1) no bloco de saúde mental (CAPS/atenção psicossocial), ampliar profissionais e estratégias para pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas; (2) manter os mecanismos de controle de gastos excessivos em apostas on-line e aprimorar as regras de oferta e responsabilidade no crédito. O plano não traz proposta sobre as empresas de bets, publicidade ou jogos ilegais nem menciona lavagem de dinheiro; o dinheiro do crime é atacado pela “asfixia financeira” das facções ().
parcial “manter os mecanismos de controle de gastos excessivos em apostas on-line” conta como caminho (pág. 49); “ampliar profissionais e estratégias” (pág. 39) e “aprimorar regras de crédito” ficam em “vamos”, nenhuma regra nova de apostas prometida ().
Os serviços que você e sua família usam todo dia.
Ferramenta nomeada: Flávio 0 × Lula 4 de 5 clara
O plano diz como vai fazer? 5 temas em cada plano
O que cada plano promete, tema a tema (toque para ler o trecho e a página):
Prontuário eletrônico único no CPF; SUS digital e telessaúde; “remédio em casa”; corrigir a tabela do SUS; usar horários ociosos da rede privada para exames.
parcial continuidade do Conecte SUS/prontuário único (pág. 25–26); correção da tabela SUS: “a lei de reajuste já existe”, presa ao orçamento (pág. 37); telessaúde e entrega de remédio em domicílio ficam em “vamos” ().
Reduzir filas (programa “Agora tem Especialistas”, mutirões e carretas); manter a Farmácia Popular 100% gratuita; ampliar Mais Médicos e vacinação.
ferramenta nomeada ampliação de programas existentes + parcerias e orçamento ().
Alfabetização pelo método fônico; ampliar escolas cívico-militares; tempo integral; “voucher” para creche e escola onde faltar vaga; FIES vira “Empréstimo Contingente à Renda” (só paga quando estiver empregado).
só intenção não diz o instrumento ().
Cumprir o novo plano nacional de educação (2026–2036); meta de 80% das crianças alfabetizadas na idade certa; mais tempo integral; 111 novos institutos federais; manter o Pé-de-Meia.
ferramenta nomeada metas pactuadas com estados e municípios; Fundeb, PAC e programas existentes ().
Mudar o comando: unificar ciência e ensino superior sob o Ministério da Ciência e Tecnologia; CAPES e CNPq priorizando “impacto produtivo”, “pesquisa que vira produto, não fica na estante”; pós lato sensu (cursos de especialização) conectando empresas e universidades (instituições recebem recursos por formar quem o mercado precisa); setor produtivo poderá custear bolsas de formação técnica. Financiamento estudantil: trocar por Empréstimo Contingente à Renda, paga só empregado, parcela proporcional, prazo maior (diz que o modelo atual “afasta o jovem de baixa renda”) ().
só intenção mudanças anunciadas sem instrumento (“vamos transferir a governança”; “vamos adotar o Empréstimo…”) ().
Público: expandir a rede federal, 10 novos campi + 367 obras em universidades (Novo PAC); cotas mantidas/aperfeiçoadas (45,5% dos graduandos são pretos, pardos ou indígenas; 3 em 4 vêm da escola pública; quilombolas incluídos); assistência estudantil (alimentação e moradia); cursinhos populares; Universidade Indígena e unidade do ITA no Ceará. Privado: ProUni em recorde de bolsas; dívidas do FIES renegociadas duas vezes; bolsas reajustadas após década congeladas ().
ferramenta nomeada orçamento restaurado + PAC + programas existentes (cotas, ProUni, FIES) ().
“Brasil por Elas” (12 medidas): Central da Mulher com aplicativo e assistente virtual “ClarIA”; bônus de internet; denúncia integrada com avaliação de risco; crédito e escritura da casa no nome da mulher; tolerância zero ao feminicídio (tornozeleira no agressor).
parcial centrais “em parceria com estados e municípios, em imóveis da União” (pág. 17) e Escola Brasil por Elas com Sistema S e parcerias público-privadas (pág. 20); aplicativo/ClarIA, bônus de internet e denúncia com avaliação de risco ficam em “vamos” ().
Concluir 30 Casas da Mulher Brasileira e 15 Centros de Referência; Salas Lilás; igualdade salarial com metas progressivas.
ferramenta nomeada continuidade do Pacto de Enfrentamento ao Feminicídio, dez leis e cinco decretos já editados no mandato, com parceria de estados (pág. 21); igualdade salarial: fortalecer a implementação da Lei de 2023, com Planos de Ação obrigatórios e metas progressivas (pág. 75) ().
“Menos concentração, mais Brasil na cultura”: aperfeiçoar as leis de incentivo corrigindo distorções, levar recursos a polos regionais e a “artistas de grande mérito artístico, porém de pouca projeção, hoje esquecidos”; preservação do patrimônio histórico (“centros históricos, obras e acervos que contam quem somos, hoje deteriorados”); separar “cultura e entretenimento comercial”; transparência e liberdade de expressão, “sem subordiná-la a agendas políticas” ().
só intenção “aperfeiçoaremos as leis de incentivo”, sem dizer como nem quanto.
Cultura como “fonte de riqueza simbólica, social e econômica” que “impulsiona a economia e promove o desenvolvimento territorial”: MinC recriado; Lei do Sistema Nacional de Cultura aprovada; fomento recorde (Aldir Blanc e Rouanet aperfeiçoadas; Cultura Viva recuperado, 16 mil Pontos); 144 obras de restauração + 105 projetos (PAC); economia criativa com crédito e Marco Legal dos Games (games = cultura, acesso à Rouanet); Tela Brasil; regulamentação do streaming e lei de direito autoral digital, “quem cria não pode ser o único a não ganhar” ().
parcial leis aprovadas e editais em curso (MinC, Sistema Nacional de Cultura, Aldir Blanc/Rouanet, Cultura Viva, pág. 40–41; Marco Legal dos Games, Tela Brasil, pág. 42); streaming e direito autoral digital ficam em “trabalharemos pela aprovação” (pág. 42) ().
Escolhas que afetam emprego, juros e preços nos próximos anos.
Ferramenta nomeada: Flávio 1 × Lula 2 de 4 apertada
O plano diz como vai fazer? 4 temas em cada plano
O que mudaria: Contando parciais: Flávio à frente, 4 × 3.
O que cada plano promete, tema a tema (toque para ler o trecho e a página):
Reformular as regras fiscais (dívida em queda, superávit primário; limitar crédito subsidiado do Tesouro); “Tesouraço”: corte de no mínimo 10 ministérios, comissionados e supersalários; retomar desestatizações.
parcial desestatização caso a caso com o “Programa Nacional de Desestatização” (pág. 70) e “revogaço regulatório” (pág. 69) têm veículo; “reforma administrativa já em discussão” (pág. 69); regras fiscais e tributárias ficam em “apresentaremos/faremos” ().
Manter o arcabouço fiscal e buscar juros em queda; seguir a “neoindustrialização” (Plano Mais Produção, R$ 860 bi em financiamentos no ciclo 2023–26) e o novo ciclo de PAC (obras, logística, concessões).
ferramenta nomeada por continuidade e orçamento: são programas existentes; crédito público, concessões e leilões ().
Investir R$ 900 bi em 4 anos (rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, hidrovias); crescer 4% ao ano.
ferramenta nomeada PPPs, concessões e fundo lastreado na securitização de ativos e imóveis da União ().
Seguir o novo ciclo de PAC, obras de logística e infraestrutura urbana e social.
ferramenta nomeada orçamento público, concessões e leilões ().
“Minha Primeira Empresa”: menos burocracia para abrir e formalizar + capacitação pelo Sistema S + esteira de crédito e serviços da CAIXA; crédito para empreender e internacionalização de pequenos negócios; CAIXA como plataforma única (crédito, orientação, habitação) com IA para achar oportunidades e histórico positivo de crédito (cursos, contas em dia = juros melhores); Lei de Liberdade Econômica em todos os estados e municípios; “revogaço regulatório” ().
parcial parceiros citados (CAIXA, Sistema S, BNDES/Apex) sem instrumento legal junto (pág. 45–46); “fazer a liberdade econômica alcançar todo o país” e o “revogaço regulatório” têm veículo (pág. 27) ().
“O Brasil é um país de pequenos negócios”: crédito já rodando e a ampliar, Pronampe: 1,6 milhão de operações e Procred 360: 211 mil, mobilizando R$ 130 bilhões; Novo Desenrola: 219 mil operações; fundos garantidores e fundos de participação com bancos públicos; simplificar o ambiente de negócios, ampliar compras governamentais e “tratamento tributário justo na reforma”; Brasil Mais Produtivo para digitalizar MPEs (micro e pequenas empresas).
parcial programas e fundos em execução (Pronampe/Procred 360, fundos garantidores, fundos de participação, pág. 57–58); “simplificar o ambiente de negócios” e ampliar compras governamentais ficam em “vamos”, sem instrumento (pág. 57) ().
“A riqueza do subsolo virando emprego qualificado aqui dentro”: lista lítio, nióbio, grafite, cobre, níquel, urânio e terras-raras e propõe agregar valor no Brasil “em vez de somente exportar a pedra bruta e comprar de volta o produto acabado”; Estado como regulador e coordenador, não empresário, pilares: marco regulatório claro e estável, licenciamento ágil, atração de capital e tecnologia, verticalização com incentivos, governança e transparência; equacionar garantias de crédito e acelerar direitos minerários; fertilizantes (potássio/fosfato) para o agro ().
parcial define o modelo e o papel do Estado (“seis pilares”, garantias de crédito e aceleração de licenciamento/direitos minerários, pág. 55–56), sem lei ou instrumento legal citado ().
Promete uma política específica para minerais críticos e terras raras, organizar as cadeias, diferenciar usos tecnológicos e “evitar a simples exportação de matérias-primas estratégicas”; coloca o tema na agenda de soberania tecnológica com IA e inovação; processamento de minerais críticos entre os setores da transição verde (siderurgia verde, fertilizantes, química); urânio aproveitado “de forma responsável”, com competência nuclear preservada ().
só intenção “desenvolveremos uma política específica” e “estratégia regional de mapeamento”, sem instrumento citado (pág. 52); processamento de minerais críticos na transição verde (pág. 56); urânio “de forma responsável”, competência nuclear preservada (pág. 68) ().
Decisões que valem por muitos anos.
Ferramenta nomeada: Flávio 0 × Lula 1 de 2 depende da régua
O plano diz como vai fazer? 2 temas em cada plano
O que mudaria: Contando parciais: Flávio à frente, 2 × 1.
O que cada plano promete, tema a tema (toque para ler o trecho e a página):
Desmatamento ilegal zero até 2029; mercado regulado de carbono; pagamento por serviços ambientais; autonomia a indígenas e quilombolas sobre produção nas terras.
parcial mercado regulado de carbono: “consolidar com segurança jurídica” (pág. 57); meta de desmatamento até 2029, pagamento por serviços ambientais e autonomia indígena/quilombola sobre atividades produtivas ficam em “teremos/vamos” (pág. 50, 55, 58) ().
Desmatamento líquido zero até 2030; redução de 59% a 67% das emissões líquidas até 2035 (base 2005); regulamentar o mercado de carbono.
ferramenta nomeada continuidade de planos e leis existentes: planos de prevenção e controle do desmatamento, Plano Nacional de Manejo Integrado do Fogo, Código Florestal e Lei da Mata Atlântica (pág. 70); regulamentação do SBCE (o mercado regulado de carbono), lei aprovada no mandato (pág. 51) ().
Reforma do Judiciário (limitar decisões individuais do STF, quarentena para ministros, impedir parentes); fim da reeleição presidencial, PEC de autoria dele já protocolada no Senado; “Tesouraço na Censura” (revogar atos).
parcial PEC do fim da reeleição “já protocolada no Senado” (pág. 66) e “revogar todos os atos” do governo atual (pág. 66) têm veículo; a reforma do Judiciário fica em “propomos” (pág. 65–66) ().
Regulação das redes sociais contra desinformação; reforma política “inadiável”; debate sobre emendas parlamentares com a sociedade.
só intenção o plano não define os instrumentos ().
Cada proposta com o rótulo e a página do plano (toque em detalhes).
| Candidato | Tema | Proposta | Página | Rótulo do “como” | Ações |
|---|---|---|---|---|---|
| Flávio | Bolso | F01 · Impostos e custo de vidaCorrigir a reforma tributária e reduzir o IVA (diz que hoje ficaria num dos maiores do mundo, ~30%); “menos imposto no que você consome”; cortar impos… | 30–32 | só intenção | |
| Flávio | Bolso | F02 · TrabalhoBaratear o custo de contratar (sem tirar direitos); contratos mais baratos para jovens (18–24) e 50+ desempregados; jornada “negociado sobre o legisla… | 43–44 | só intenção | |
| Flávio | Bolso | F03 · Melhorias para o trabalhadorPara quem trabalha: reduzir o custo da contratação “sem retirar direitos” (hoje o trabalhador formal custa quase 2x o salário) para ampliar a carteira… | 43–45 | só intenção | |
| Flávio | Bolso | F04 · Renda e área socialManter os programas sociais, “Quem depende hoje da ajuda do Estado para pôr comida na mesa não vai ter essa ajuda tirada. Ponto.”, com combate a fraud… | 42–43 | parcial | |
| Flávio | Bolso | F05 · Casa própriaRetomar o Casa Verde e Amarela (meta de 2,5 milhões); recuperar áreas dominadas por facções; dar escritura (de preferência no nome da mulher). | 47 | parcial | |
| Lula | Bolso | L01 · Impostos e custo de vidaCesta básica isenta e cashback de imposto para os mais pobres; isenção de IR até R$ 5 mil, registrada como feita no mandato, sem promessa explícita de… | 11, 19, 59, 66 | ferramenta nomeada | |
| Lula | Bolso | L02 · TrabalhoContinuar a política de valorização do salário mínimo; fim da escala 6x1, jornada de 40h sem reduzir salário; proteção aos trabalhadores de plataforma… | 74–77 | parcial | |
| Lula | Bolso | L03 · Melhorias para o trabalhadorAlém de mínimo e 6x1: reconstruir o Sistema Público de Emprego e expandir a Plataforma Nacional de Empregabilidade com IA na rede SINE (vagas + cursos… | 74–77 | parcial | |
| Lula | Bolso | L04 · Renda e área socialManter e ampliar o Bolsa Família e a rede do SUAS; Política Nacional de Cuidados (cozinhas solidárias, restaurantes populares); titulação de territóri… | 19–26 | parcial | |
| Lula | Bolso | L05 · Casa própriaSeguir o Minha Casa Minha Vida (meta corrente: 3 milhões de moradias) e o Periferia Viva. | 45–46 | ferramenta nomeada | |
| Flávio | Segurança | F06 · Segurança públicaTratar PCC, CV e milícias como “organizações narcoterroristas”; tropa de elite nas fronteiras; 5 presídios de segurança máxima modelo El Salvador (o c… | 13–15 | parcial | |
| Flávio | Segurança | F07 · Facções e crime organizadoDeclarar PCC, CV e milícias “organizações narcoterroristas”; “seguir o dinheiro” (bloqueio de ativos e lavagem); Sistema Nacional de Fronteira, “pared… | 13–15 | parcial | |
| Flávio | Segurança | F08 · Bets e lavagem de dinheiroMedidas sobre o tema: (1) proibir o uso de recursos dos programas sociais em apostas (“dinheiro destinado a pôr comida na mesa não pode escoar para a … | 13, 19, 33 | parcial | |
| Lula | Segurança | L06 · Segurança públicaCriar o Ministério da Segurança Pública; manter a Lei Antifacção (2026) e o programa de R$ 10 bi contra o crime organizado; ampliar câmeras corporais … | 27–30 | ferramenta nomeada | |
| Lula | Segurança | L07 · Facções e crime organizadoLei Antifacção (sancionada em 2026) + “asfixia financeira”: R$ 35,8 bilhões de prejuízo ao crime organizado desde 2023; Programa Brasil Contra o Crime… | 26–30 | ferramenta nomeada | |
| Lula | Segurança | L08 · Bets e lavagem de dinheiroTrata apostas como proteção, em 2 pontos: (1) no bloco de saúde mental (CAPS/atenção psicossocial), ampliar profissionais e estratégias para pessoas c… | 27, 39, 49 | parcial | |
| Flávio | Serviços | F09 · SaúdeProntuário eletrônico único no CPF; SUS digital e telessaúde; “remédio em casa”; corrigir a tabela do SUS; usar horários ociosos da rede privada para … | 25–26, 37–38 | parcial | |
| Flávio | Serviços | F10 · Educação e criançasAlfabetização pelo método fônico; ampliar escolas cívico-militares; tempo integral; “voucher” para creche e escola onde faltar vaga; FIES vira “Emprés… | 21, 34–38 | só intenção | |
| Flávio | Serviços | F11 · Universidades: ensino público × privadoMudar o comando: unificar ciência e ensino superior sob o Ministério da Ciência e Tecnologia; CAPES e CNPq priorizando “impacto produtivo”, “pesquisa … | 36 | só intenção | |
| Flávio | Serviços | F12 · Mulheres“Brasil por Elas” (12 medidas): Central da Mulher com aplicativo e assistente virtual “ClarIA”; bônus de internet; denúncia integrada com avaliação de… | 17–20 | parcial | |
| Flávio | Serviços | F13 · Cultura como motor: economia e transformação social“Menos concentração, mais Brasil na cultura”: aperfeiçoar as leis de incentivo corrigindo distorções, levar recursos a polos regionais e a “artistas d… | 41 | só intenção | |
| Lula | Serviços | L09 · SaúdeReduzir filas (programa “Agora tem Especialistas”, mutirões e carretas); manter a Farmácia Popular 100% gratuita; ampliar Mais Médicos e vacinação. | 35–38 | ferramenta nomeada | |
| Lula | Serviços | L10 · Educação e criançasCumprir o novo plano nacional de educação (2026–2036); meta de 80% das crianças alfabetizadas na idade certa; mais tempo integral; 111 novos instituto… | 31–33 | ferramenta nomeada | |
| Lula | Serviços | L11 · Universidades: ensino público × privadoPúblico: expandir a rede federal, 10 novos campi + 367 obras em universidades (Novo PAC); cotas mantidas/aperfeiçoadas (45,5% dos graduandos são preto… | 8 | ferramenta nomeada | |
| Lula | Serviços | L12 · MulheresConcluir 30 Casas da Mulher Brasileira e 15 Centros de Referência; Salas Lilás; igualdade salarial com metas progressivas. | 21, 75 | ferramenta nomeada | |
| Lula | Serviços | L13 · Cultura como motor: economia e transformação socialCultura como “fonte de riqueza simbólica, social e econômica” que “impulsiona a economia e promove o desenvolvimento territorial”: MinC recriado; Lei … | 40–44 | parcial | |
| Flávio | Economia | F14 · Economia e contas públicasReformular as regras fiscais (dívida em queda, superávit primário; limitar crédito subsidiado do Tesouro); “Tesouraço”: corte de no mínimo 10 ministér… | 69–71 | parcial | |
| Flávio | Economia | F15 · Infraestrutura e crescimentoInvestir R$ 900 bi em 4 anos (rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, hidrovias); crescer 4% ao ano. | 49–51 | ferramenta nomeada | |
| Flávio | Economia | F16 · Micro e pequenos negócios“Minha Primeira Empresa”: menos burocracia para abrir e formalizar + capacitação pelo Sistema S + esteira de crédito e serviços da CAIXA; crédito para… | 27, 44–46 | parcial | |
| Flávio | Economia | F17 · Terras raras e minerais críticos“A riqueza do subsolo virando emprego qualificado aqui dentro”: lista lítio, nióbio, grafite, cobre, níquel, urânio e terras-raras e propõe agregar va… | 54–56 | parcial | |
| Lula | Economia | L14 · Economia e contas públicasManter o arcabouço fiscal e buscar juros em queda; seguir a “neoindustrialização” (Plano Mais Produção, R$ 860 bi em financiamentos no ciclo 2023–26) … | 49–54 | ferramenta nomeada | |
| Lula | Economia | L15 · Infraestrutura e crescimentoSeguir o novo ciclo de PAC, obras de logística e infraestrutura urbana e social. | 52–54 | ferramenta nomeada | |
| Lula | Economia | L16 · Micro e pequenos negócios“O Brasil é um país de pequenos negócios”: crédito já rodando e a ampliar, Pronampe: 1,6 milhão de operações e Procred 360: 211 mil, mobilizando R$ 13… | 57–58 | parcial | |
| Lula | Economia | L17 · Terras raras e minerais críticosPromete uma política específica para minerais críticos e terras raras, organizar as cadeias, diferenciar usos tecnológicos e “evitar a simples exporta… | 50–52, 56, 68 | só intenção | |
| Flávio | Ambiente e instituições | F18 · Meio ambienteDesmatamento ilegal zero até 2029; mercado regulado de carbono; pagamento por serviços ambientais; autonomia a indígenas e quilombolas sobre produção … | 50, 55, 57–59 | parcial | |
| Flávio | Ambiente e instituições | F19 · Instituições e democraciaReforma do Judiciário (limitar decisões individuais do STF, quarentena para ministros, impedir parentes); fim da reeleição presidencial, PEC de autori… | 65–67 | parcial | |
| Lula | Ambiente e instituições | L18 · Meio ambienteDesmatamento líquido zero até 2030; redução de 59% a 67% das emissões líquidas até 2035 (base 2005); regulamentar o mercado de carbono. | 51, 69–71 | ferramenta nomeada | |
| Lula | Ambiente e instituições | L19 · Instituições e democraciaRegulação das redes sociais contra desinformação; reforma política “inadiável”; debate sobre emendas parlamentares com a sociedade. | 15–17 | só intenção |
“Só intenção” não quer dizer que não vai acontecer: o plano só não diz como.
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